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	<title>gerencievocemesmo.com.br</title>
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	<description>Gerencie você mesmo servidores e desktop Linux</description>
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		<title>Como adicionar uma System Call</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 16:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kernel]]></category>
		<category><![CDATA[call]]></category>
		<category><![CDATA[chamada]]></category>
		<category><![CDATA[interrupção]]></category>
		<category><![CDATA[parada]]></category>
		<category><![CDATA[root]]></category>
		<category><![CDATA[sistema]]></category>
		<category><![CDATA[sys]]></category>
		<category><![CDATA[syscall]]></category>
		<category><![CDATA[system]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma System Call é usada quando um aplicativo necessita que uma certa tarefa seja realizada no sistema operacional ou no ambiente dele e que seja necessário o modo ROOT ou administrador para realizá-la. No Linux tudo passa pelo controle do sistema operacional e cada programa só tem acesso ao seu ambiente virtual, nada mais. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma System Call é usada quando um aplicativo necessita que uma certa tarefa seja realizada no sistema operacional ou no ambiente dele e que seja necessário o modo ROOT ou administrador para realizá-la. No Linux tudo passa pelo controle do sistema operacional e cada programa só tem acesso ao seu ambiente virtual, nada mais. Para obter acessos a outros ambientes do sistema, você precisa ser ROOT e no Linux, como você já deve saber, você não usa o usuário ROOT, isto é, não opera sobre o modo administrador o tempo todo, apenas quando necessário. Isso aumenta muito a segurança do sistema.</p>
<p>No sistema operacional da Microsoft uma aplicação pode ter acesso privilegiado ao sistema sem a permissão do usuário, e a conclusão disso são vírus, spywares, worms wtc.</p>
<p>Esse artigo tem como objetivo ensinar a criar uma System Call simples para um sistema 32 bits e 64bits. Pode parecer algo muito complicado a ser fazer, mas você verá o quão simples é. Infelizmente não é possível implementar uma System Call no sistema operacional da Microsoft. O motivo? O código dele é fechado.</p>
<ol>
<li>Você precisará do fonte do Kernel. Normalmente o sistema salva o código do Kernal mais novo instalado em seu sistema no diretório &#8220;/usr/src/&#8221;, contudo você também poderá baixá-lo do site abaixo::<br />
<a href="http://kernel.org/" target="_blank">http://www.kernel.org/</a></li>
<li>Vamos implementar uma System Call que imprime quantas vezes ela foi chamada no sistema. Vá até o diretório principal do código fonte do Kernel escolhido. Irei supor que o diretório é o: /usr/src/linux/</li>
<li>Abra o arquivo &#8220;/usr/src/linux/kernel/sys.c&#8221;. Lembre-se que você está em um diretório que exige o modo ROOT para editar arquivos. Adicione ao final do arquivo:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;">asmlinkage <span style="color: #993333;">int</span> sys_minhaSys<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
<span style="color: #993333;">int</span> <span style="color: #993333;">static</span> contador_minhaSys <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #0000dd;">0</span><span style="color: #339933;">;</span>
printk<span style="color: #009900;">&#40;</span>KERN_EMERG <span style="color: #ff0000;">&quot;A minha SysCall foi chamada %d vez(es)!<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span><span style="color: #339933;">,</span> contador_minhaSys<span style="color: #339933;">++</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #b1b100;">return</span> <span style="color: #0000dd;">0</span><span style="color: #339933;">;</span> <span style="color: #808080; font-style: italic;">/* estou retornando zero apenas para depois verificar qual o retorno da syscall, pois se o printk der erro, ele retornará -1 */</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span></pre></div></div>

</li>
<li>Agora vem ao caso explicar o &#8220;printk&#8221;. Equivalente ao &#8220;printf&#8221;, mas para a camada do Kernel. A mensagem será impressa no final do seguinte log: /var/log/syslog. Outro modo de visualizar é digitando &#8220;dmesg&#8221; no terminal. O &#8220;KERNEL_EMERG&#8221; é para identificar os tipos de mensagem no Kernel. Não importa no nosso caso qual deles usar. Não informá-lo implicará no uso de um level padrão de mensagem, determinado no código do Kernel.</li>
<li>Ainda no mesmo arquivo, insira a seguinte include junto às outras includes:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;"><span style="color: #339933;">#include &lt;linux/linkage.h&gt;</span></pre></div></div>

</li>
<li>Agora abra o seguinte arquivo: /usr/src/linux/arch/x86/include/asm/unistd_32.h<br />
Dica: Se você estiver compilando para 64 bits, será o arquivo unistd_64.h</li>
<li>Procure pela última SystemCall (estarão todas em sequência com um número denotando a sequência). Procure pelo maior número. Logo abaixo dessa última System Call adicione o seguinte código para 32 ou 64 bits:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;"><span style="color: #339933;">#define __NR_minhaSys         número_da_anterior_+_1</span></pre></div></div>

</li>
<li>No caso do 32 bits, mais uma alteração será necessária, no mesmo arquivo. Note a existência da linha &#8220;#define NR_syscalls algum_número&#8221; logo abaixo de todas as SystemCalls. Ela diz quantas SystemCall existem no código. Basta somar 1 ao &#8220;algum_número&#8221;, afinal você criou uma SystemCall extra no sistema.</li>
<li>Agora abra o arquivo: /usr/src/linux/arch/x86/include/asm/syscalls.h<br />
Importante: Existem os arquivos &#8220;syscalls.h&#8221; e &#8220;syscall.h&#8221;; Abra o que possui a letra &#8220;s&#8221;.</li>
<li>No caso de sistema 32 bits, procure pela linha que contém &#8220;/* X86_32 only */&#8221; e abaixo dela insira o seguinte código:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;">asmlinkage <span style="color: #993333;">int</span> sys_minhaSys<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span></pre></div></div>

<p>No caso de sistema 64 bits, procure pela linha que contém &#8220;/* X86_64 only */&#8221; e aplique o mesmo procedimento do caso do 32bits.</li>
<li>Agora abra o seguinte arquivo para 32 0u 64 bits: /usr/src/linux/arch/x86/kernel/syscall_table_32.h<br />
Insira no final do arquivo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;">.<span style="color: #993333;">long</span> sys_minhaSys</pre></div></div>

</li>
<li>Pronto, agora basta compilar o seu Kernel. Você pode encontrar um tutorial atualizado e de fácil entendimento aqui mesmo, no siste do gerencievocemesmo.com.br.</li>
</ol>
<p>Depois de compilado e instalado o Kernel, você deverá reiniciar a máquina para carregar o Kernel que você modificou. Agora irei criar uma aplicação simples para que você possa testar se a sua SystemCall está funcionando.</p>
<p>Programa:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;"><span style="color: #339933;">#include &lt;sys/syscall.h&gt;</span>
<span style="color: #339933;">#include &lt;unistd.h&gt;</span>
<span style="color: #339933;">#include &lt;stdio.h&gt;</span>
<span style="color: #339933;">#define __NR_minhaSys        338    /* troque 338 pelo número de sua SystemCall */</span>
&nbsp;
<span style="color: #993333;">int</span> meuTeste<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
<span style="color: #b1b100;">return</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #993333;">int</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> syscall<span style="color: #009900;">&#40;</span>__NR_minhaSys<span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span><span style="color: #339933;">;</span>
main <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
<span style="color: #000066;">printf</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #ff0000;">&quot;<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>Se a minha SystemCall falhar, o resultado será -1. Se retornar corretamente, o resultado será 0.<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span> O Resultado foi: %d<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span><span style="color: #339933;">,</span> meuTeste<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span>
<span style="color: #000066;">printf</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #ff0000;">&quot;<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span> Se o resultado deu zero, agora você pode verificar se a sua SystemCall imprime quantas vezes ela foi chamada.<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>Digite &quot;</span>dmesg <span style="color: #339933;">|</span> tail<span style="color: #ff0000;">&quot; ou &quot;</span>tail <span style="color: #339933;">/</span>var<span style="color: #339933;">/</span>log<span style="color: #339933;">/</span>syslog<span style="color: #ff0000;">&quot; para verificar!<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span></pre></div></div>

<p>Basta agora compilá-lo e executá-lo.</p>
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		<title>Swap: Como criar uma</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 04:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas comuns]]></category>
		<category><![CDATA[ativar]]></category>
		<category><![CDATA[create]]></category>
		<category><![CDATA[criar]]></category>
		<category><![CDATA[file]]></category>
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		<category><![CDATA[swap]]></category>
		<category><![CDATA[swapfile]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes nos deparamos com falta de memória e inclusive de swap. Esse artigo descreve como criar sua partição swap, seja com uma partição de sua HD, com um pendrive USB ou mesmo criando um arquivo de swap (o chamado swapfile). Primeiro, entre como root no seu sistema. No Debian, digite &#8220;su&#8221;. No Ubuntu, &#8220;sudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes nos deparamos com falta de memória e inclusive de swap.</p>
<p>Esse artigo descreve como criar sua partição swap, seja com uma partição de sua HD, com um pendrive USB ou mesmo criando um arquivo de swap (o chamado swapfile).</p>
<ol>
<li>Primeiro, entre como root no seu sistema. No Debian, digite &#8220;su&#8221;. No Ubuntu, &#8220;sudo su&#8221;.</li>
<li>Os comandos abaixo criam uma swap para cada caso:
<ol>
<li>Para criar um arquivo swap (swapfile):

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">dd</span> <span style="color: #007800;"><span style="color: #000000; font-weight: bold;">if</span></span>=<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>dev<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>zero <span style="color: #007800;">of</span>=<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>swapfile1 <span style="color: #007800;">bs</span>=<span style="color: #000000;">1024</span> <span style="color: #007800;">count</span>=<span style="color: #000000;">524288</span>
mkswap <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>swapfile1</pre></div></div>

<p><strong>Dicas:</strong> O arquivo será criado em &#8220;/&#8221;. Para alterar, basta trocar o endereço absoluto depois de &#8220;of=&#8221;; O comando acima está criando um arquivo de 512MB (1024*512=524288), portanto você pode alterar esse valor; Os outros valores não devem ser alterados.</li>
<li>Para tornar uma partição qualquer (HD, pendrive etc) em uma partição para swap:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">mkswap <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>dev<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>sdc</pre></div></div>

<p><strong>Dica:</strong> Esse comando formata a partição informada para o formato swap, portanto basta alterar o endereço da unidade que você quiser.</li>
</ol>
</li>
<li>Agora que temos criado um local para a swap, devemos torná-la disponível ao sistema; Para isso usamos esse comando:
<ol>
<li>No caso do swapfile:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">swapon <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>swapfile1</pre></div></div>

</li>
<li>No caso da partição swap:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">swapon <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>dev<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>sdc</pre></div></div>

</li>
</ol>
</li>
<li>Pronto, o sistema está agora com mais swap disponível. Para ver quanto de memória swap existe no sistema e quanto está livre ou usada, use o seguinte comando para ver na unidade de megabytes:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">free</span> <span style="color: #660033;">-m</span></pre></div></div>

</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>Importante: </strong></span>Os passos acima tornam a swap extra disponível ao sistema, mas quando ele for reiniciado, essa swap não será carregada automaticamente. Para que isso ocorra, execute os seguintes passos:
<ol>
<li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">nano</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>fstab</pre></div></div>

<ol>
<li>No caso do swapfile, adicione a seguinte linha:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>swapfile1    swap    swap   defaults <span style="color: #000000;">0</span> <span style="color: #000000;">0</span></pre></div></div>

</li>
<li>No caso da partição swap, adicione a seguinte linha:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>dev<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>sdc    swap    swap   defaults <span style="color: #000000;">0</span> <span style="color: #000000;">0</span></pre></div></div>

</li>
</ol>
</li>
</ol>
</li>
<li>Pronto, agora o sistema carregará automaticamente sua nova swap.<br />
Eu usei um swapfile com o nome de &#8220;swapfile1&#8243; e no caso de partição, supus que ela estava em &#8220;/dev/sdc&#8221;. Foram apenas exemplos, você deverá alterar corretamente esses nomes ou endereços.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Yum: resolvendo problemas</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 03:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[does]]></category>
		<category><![CDATA[erro]]></category>
		<category><![CDATA[error]]></category>
		<category><![CDATA[funciona]]></category>
		<category><![CDATA[function]]></category>
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		<category><![CDATA[yum]]></category>

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		<description><![CDATA[Descreverei aqui alguns problemas comuns que ocorrem no pacote YUM, quando você tenta usá-lo, e como resolvê-los. Sempre tente, antes de qualquer outro comando, essa linha: yum clean all Se não resolver, siga em diante. Algumas vezes ocorre de algum pacote ter tido a instalação interrompida por algum evento, seja ele do servidor ou não. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descreverei aqui alguns problemas comuns que ocorrem no pacote YUM, quando você tenta usá-lo, e como resolvê-los.</p>
<ul>
<li>Sempre tente, antes de qualquer outro comando, essa linha:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">yum clean all</pre></div></div>

<p>Se não resolver, siga em diante.</li>
<li>Algumas vezes ocorre de algum pacote ter tido a instalação interrompida por algum evento, seja ele do servidor ou não. Para resolver, use o seguinte comando:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">yum complete-transaction</pre></div></div>

</li>
<li>Se o seu Yum simplesmente parou de funcionar, está dando timeout ou dá erro no uso do plugin &#8220;fastestmirror&#8221;, use os seguintes comandos:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">rm</span> <span style="color: #660033;">-f</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>var<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>lib<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>rpm<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>__db<span style="color: #000000; font-weight: bold;">*</span>; rpm <span style="color: #660033;">-vv</span> --rebuilddb;</pre></div></div>

</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Compilando o Kernel 2.6.x</title>
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		<comments>http://gerencievocemesmo.com.br/site/?p=281#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 10:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kernel]]></category>
		<category><![CDATA[2.6]]></category>
		<category><![CDATA[2.6.x]]></category>
		<category><![CDATA[compila]]></category>
		<category><![CDATA[compilar]]></category>
		<category><![CDATA[compile]]></category>
		<category><![CDATA[núcleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Irei apresentar a receita de bolo como compilar o seu kernel passo-a-passo. Muitas pessoas acham Linux complicado e muito menos pensariam em compilar o seu próprio Kernel, mas eu mostrarei o quanto isso é simples e não necessita de um vasto conhecimento na área. Esse artigo foi testado no Debian unstable (sid), mas deverá funcionar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irei apresentar a receita de bolo como compilar o seu kernel passo-a-passo.</p>
<p>Muitas pessoas acham Linux complicado e muito menos pensariam em compilar o seu próprio Kernel, mas eu mostrarei o quanto isso é simples e não necessita de um vasto conhecimento na área.</p>
<p>Esse artigo foi testado no Debian unstable (sid), mas deverá funcionar em qualquer distribuição baseada no Debian (Debian like, Ubuntu like etc).</p>
<p>A idéia é a mesma em distros não baseadas no Debian, mas comandos ou diretórios podem ser diferentes.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Não se assuste com o tamanho desse artigo. A idéia foi explicar todos os ítens para quem é leigo no mundo Linux, mas o essencial se resume em menos de dez linhas.</span></p>
<p>Siga cada ítem, na ordem numérica, e compile o seu próprio Kernel, mesmo que você mal tenha mexido com o Linux.</p>
<ol>
<li>Toda a compilação não precisa ser feita como root (modo administrador), mas a instalação do Kernel no sistema sim. Portanto recomendo fazer tudo como root para evitar problemas. Alguns comandos anteriores à compilação precisarão do modo root.Para entrar no modo root do Debian, digite no terminal:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">su</span></pre></div></div>

<p>Para entrar no modo root do Ubuntu, digite no terminal:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">su</span></pre></div></div>

<p>Ambos os comandos pedirão uma senha. É a senha do root da máquina (o Debian, quando instalado, cria uma conta root e uma conta de usuário; Já o Ubuntu, durante a sua instalação, cria apenas uma conta; A senha do root será a mesma fornecida durante a instalação do Ubuntu).</li>
<li>Escolha o Kernel que você quer baixar no site <a href="http://kernel.org/" target="_blank">Kernel.org</a> ou onde você quiser. O importante é ter em mãos o link para download do kernel a ser compilado. Usarei, como exemplo, o seguinte Kernel: http://www.kernel.org/pub/linux/kernel/v2.6/testing/linux-2.6.34.tar.bz2</li>
<li>Com o link de download em mãos, abra o terminal e digite:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">cd</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>tmp
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">wget</span> http:<span style="color: #000000; font-weight: bold;">//</span>www.kernel.org<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>pub<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>linux<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>kernel<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>v2.6<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>testing<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>linux-2.6.34.tar.bz2</pre></div></div>

</li>
<li>Após o download ter completado, vamos extrair os arquivos com o seguinte comando:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">tar</span> xjvf linux-2.6.34.tar.bz2 <span style="color: #660033;">-C</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>usr<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>src<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>
<span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">cd</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>usr<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>src<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>linux-x</pre></div></div>

<p>Substitua &#8220;x&#8221; pelo nome do arquivo extraído. No meu exemplo ficou:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">cd</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>usr<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>src<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>linux-linux-2.6.34</pre></div></div>

</li>
<li>Embora a maioria das distros venha com o GCC, programa utilizado para compilar arquivos da linguagem C, como os fontes do Kernel, tenha certeza de que ele está instalado e atualizado com os seguintes comandos:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> update
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">gcc</span> build-essential</pre></div></div>

</li>
<li>Você deve criar o arquivo de configuração (.conf) para o Kernel ser compilado.Para criar esse menu, basta escolher uma das opções abaixo.
<p><strong>Dicas:</strong> Leia antes o comentário de cada opção; Escolha apenas uma opção.</p>
<ul>
<li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> localmodconfig</pre></div></div>

<p>Desabilita os módulos não utilizados pelo seu sistema atual. Ele fará pouquíssimas perguntas. Opção recomendada para novatos em Linux.</li>
<li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> allyesconfig</pre></div></div>

<p>Resposta sim para todas as perguntas. Substituir o &#8220;yes&#8221; por &#8220;no&#8221; faz o contrário.</li>
<li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> config</pre></div></div>

<p>Faz perguntas no terminal sobre alguns módulos, drivers etc. Serão feitas dezenas de perguntas.</li>
<li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> menuconfig</pre></div></div>

<p>(menu<span style="color: #ff6600;">*</span> no terminal) Recomendado para quando as opções acima dão problema. Apenas abra o menu, salve o arquivo de configuração e saia. Se você quiser, você pode adicionar o remover os módulos la listados, desde que você saiba o que está fazendo.</p>
<p><strong>Dica:</strong> Você pode copiar o seu &#8220;config&#8221; atual que está em &#8220;/boot/config*&#8221;, para o diretório do Makefile com o seguinte nome: &#8220;.conf&#8221;; Você poderá carregá-lo através desse menu.</li>
<li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> xconfig</pre></div></div>

<p>(menu<span style="color: #ff6600;">*</span> modo janela baseado em X Windows QT, ideal para quem usa KDE)</li>
<li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> gconfig</pre></div></div>

<p>(menu<span style="color: #ff6600;">*</span> modo janela baseado em X Windows GTK, ideal para quem usa GNOME)</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong>*Importante:</strong> Para que o menu funcione, será necessário instalar a biblioteca ncurses:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> libncurses5 libncurses5-dev</pre></div></div>

</li>
</ul>
</li>
<li>Agora iremos compilar o Kernel. Observe que atualmente estamos no diretório onde estão os arquivos fonte do Kernel (no meu exemplo, /usr/src/linux-2.6.34/).Os comandos são simples:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span>
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> modules</pre></div></div>

</li>
<li>Estamos quase terminando. Agora iremos instalar o Kernel e os módulos compilados com os comandos abaixo:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> modules_install
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span></pre></div></div>

</li>
<li>Agora temos que criar o &#8220;initrd&#8221; para o Kernel instalado. Você não precisa saber, mas o &#8220;initrd&#8221; significa &#8220;Initial RAM disk&#8221;, ele contém uma pequena imagem do sistema que será carregada no boot.

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">cd</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>boot<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>
mkinitramfs <span style="color: #660033;">-o</span> initrd-x.img <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>lib<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>modules<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>x<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span></pre></div></div>

<p>Substitua o &#8220;x&#8221; pela versão do seu kernel. Seguindo o nosso exemplo, o comando seria:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">mkinitramfs <span style="color: #660033;">-o</span> initrd.img-2.6.34 <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>lib<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>modules<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>2.6.34<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span></pre></div></div>

</li>
<li>Por fim, basta configurar no seu gerenciador de boot o novo Kernel com o novo &#8220;initrd&#8221;.Como root, digite o seguinte comando:

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">update-grub</pre></div></div>

<p>Ele localizará o novo Kernel e instalará para você.</li>
</ol>
<p>Pronto, você viu como adicionar ou remover módulos do Kernel (menus), compilar o kernel e os seus módulos e, por fim, instalá-lo no sistema e no gerenciador de boot.</p>
<p>Detalhei várias partes do artigo para não deixar dúvidas, mas, como avisei antes, esse artigo pode assustar pelo tamanho dele, contudo a compilação e instalação do Kernel é super simples e pode ser resumida em pouquíssimas linhas.</p>
<p>Em um artigo posterior irei falar sobre como adicionar ou remover módulos e patches de terceiros no Kernel.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="iLax.com.br" href="http://www.ilax.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="iLax.com.br" src="http://www.ilax.com.br/imagens/suporteflex/ilaxbuscador.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Irssi, um cliente IRC para terminal</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[add]]></category>
		<category><![CDATA[auto]]></category>
		<category><![CDATA[channel]]></category>
		<category><![CDATA[irc]]></category>
		<category><![CDATA[irssi]]></category>
		<category><![CDATA[join]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[server]]></category>
		<category><![CDATA[shell]]></category>
		<category><![CDATA[Terminal]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabemos que o terminal do Linux é um sistema poderoso e que podemos fazer praticamente tudo nele. Nesse artigo falarei sobre o IRSSI, um excelente aplicativo que roda no terminal e acessa qualquer rede IRC. Para instalá-lo no Ubuntu, é simples: sudo apt-get install irssi Para executá-lo, abra um terminal e digite: irssi O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabemos que o terminal do Linux é um sistema poderoso e que podemos fazer praticamente tudo nele.</p>
<p>Nesse artigo falarei sobre o IRSSI, um excelente aplicativo que roda no terminal e acessa qualquer rede IRC.</p>
<p>Para instalá-lo no Ubuntu, é simples:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> irssi</pre></div></div>

<p>Para executá-lo, abra um terminal e digite:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">irssi</pre></div></div>

<p>O programa será aberto dentro do terminal. A partir desse momento, você poderá usar os mesmos comandos usados em qualquer cliente IRC.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<ul>
<li>/server irc.freenode.net 6667<br />
Conecta no servidor da freenode</li>
<li>/join #brasil<br />
Entra na sala brasil</li>
<li>/msg nickserv identify meunickname minhasenha<br />
Efetua login no seu nickname</li>
</ul>
<p>Existem alguns atalhos interessantes no Irssi que podem ser utilizados:</p>
<ul>
<li><strong>ctrl + n</strong><br />
Vai para a próxima tela (você pode ter vários canais e privative messages)</li>
<li><strong>/win c (ou /window close)</strong><br />
Fecha a janela atual</li>
<li><strong>/layout save</strong><br />
Salva a configuração das janelas e restaura-as no próximo login</li>
<li><strong>/c (ou /clear)</strong><br />
Limpa a janela atual</li>
<li><strong>/c -all (ou /clear -all)</strong><br />
Limpa toda as janelas</li>
<li><strong>/wi nickname (ou /whois nickname)</strong><br />
Mostra informações de um nickname</li>
</ul>
<p>Por fim, três comandos legais para fazer o IRSSI se auto-conectar a um servidor, a um canal e fazer auto-login do seu nickname.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Importante:</strong></span> Cada configuração exige que seja configurado um Perfil, por exemplo: Quando você instalar um auto-join de canal e quiser que sempre que um servidor X for aberto ele seja executado, você deverá associar esse auto-join a esse servidor. <span style="color: #ff0000;">Você verá abaixo que isso é super simples.</span></p>
<p>O Irssi já vem com diversos servidores pré-configurados, mas vou partir do princípio que você quer adicionar um novo, assim já aproveito para ensinar um comando extra. Você pode digitar os comandos abaixo em qualquer uma das telas do seu Irssi.</p>
<ul>
<li><strong>Adicionando um servidor para abrir automaticamente:</strong><br />
<span style="color: #008000;">/server add -auto -network freenode irc.freenode.net 6667</span><br />
Lembra que eu disse sobre um perfil para cada servidor? Pois bem, dei o nome &#8220;freenode&#8221; para o servidor acima (logo após a opção &#8220;-network&#8221;).</li>
<li><strong>Identificando o seu nickname automaticamente após abrir o servidor cujo perfil chama-se &#8220;freenode&#8221;:</strong><br />
<span style="color: #008000;">/network add -autosendcmd &#8220;/^nick MEUNICK; /^msg nickserv identify MINHASENHA;wait 2000&#8243; freenode</span><br />
Observe que no final do comando, coloquei o nome do perfil que ele será associado. Isso faz com que sempre quando o servidor cujo perfil tem nome &#8220;freenode&#8221; for aberto, esse comando também seja executado.</li>
<li><strong>Adicionando auto-join aos canais:</strong><br />
<span style="color: #008000;">/channel add -auto #meucanal freenode</span><br />
Esse comando será executado sempre que o servidor cujo perfil tem nome &#8220;freenode&#8221; é aberto.<br />
Caso o canal possua uma senha para acesse, use a seguinte sintaxe:<br />
<span style="color: #008000;">/channel add -auto #meucanal freenode senhadocanal</span></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a title="iLax.com.br" href="http://www.ilax.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="iLax.com.br" src="http://www.ilax.com.br/imagens/suporteflex/ilaxbuscador.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
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		<title>Flash em Ubuntu 64 bits</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 05:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[10.04]]></category>
		<category><![CDATA[64]]></category>
		<category><![CDATA[8.10]]></category>
		<category><![CDATA[9.04]]></category>
		<category><![CDATA[9.10]]></category>
		<category><![CDATA[bits]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[free]]></category>
		<category><![CDATA[machines]]></category>
		<category><![CDATA[non]]></category>
		<category><![CDATA[ppa]]></category>
		<category><![CDATA[seven]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O processo para se ter um flash estável em máquinas 64 bits é mais simples do que se imagina, principalmente em máquinas com Ubuntu 9.10 ou superior. Para ter certeza de que nenhuma versão do flash está instalada, execute o seguinte comando: sudo apt-get purge flashplugin-nonfree flashplugin-installer gnash gnash-common mozilla-plugin-gnash swfdec-mozilla Dica: A primeira linha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo para se ter um flash estável em máquinas 64 bits é mais simples do que se imagina, principalmente em máquinas com Ubuntu 9.10 ou superior.</p>
<p>Para ter certeza de que nenhuma versão do flash está instalada, execute o seguinte comando:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> purge flashplugin-nonfree flashplugin-installer gnash gnash-common mozilla-plugin-gnash swfdec-mozilla</pre></div></div>

<p>Dica: A primeira linha desse artigo, a de cima, deve ser executada para ambos os casos abaixo citados.</p>
<p><strong>Para Ubuntu 9.10 ou superior</strong>, iremos instalar o repositório e o flash com essas linhas:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> add-apt-repository ppa:sevenmachines<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>flash
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> update
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> flashplugin64-installer</pre></div></div>

<p><strong>Em sistemas anteriores ao Ubuntu 9.10 (9.04, 8.10 etc)</strong> será necessário utilizar um pacote que é um pouco antigo. Agora execute:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">wget</span> http:<span style="color: #000000; font-weight: bold;">//</span>www.medibuntu.org<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>sources.list.d<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/`</span>lsb_release -cs<span style="color: #000000; font-weight: bold;">`</span>.list \--output-document=<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>apt<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>sources.list.d<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>medibuntu.list
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #660033;">-q</span> update
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #660033;">--yes</span> <span style="color: #660033;">-q</span> <span style="color: #660033;">--allow-unauthenticated</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> medibuntu-keyring
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> flashplugin-nonfree</pre></div></div>

<p>Muitas pessoas se assustam com essas linhas de comandos e acham que Linux é difícil. Tudo o que eu apresento em linha de comando está na &#8220;central de software do Ubuntu&#8221; (Ubuntu Software Center). Tudo disponível graficamente. A idéia de usar linha de comandos é não depender de janelas ou aplicativos e ir direto a solução via terminal. Você não precisa entender o que está ocorrendo, apenas copiar e colar em seu terminal.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="iLax.com.br" href="http://www.ilax.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="iLax.com.br" src="http://www.ilax.com.br/imagens/suporteflex/ilaxbuscador.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ubuntu Tweak</title>
		<link>http://gerencievocemesmo.com.br/site/?p=268</link>
		<comments>http://gerencievocemesmo.com.br/site/?p=268#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 05:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tweaks]]></category>
		<category><![CDATA[truques]]></category>
		<category><![CDATA[tweak]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu-tweak]]></category>

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		<description><![CDATA[Prepara-se para usar essa ferramenta que, embora gráfica, vai lhe fornecer acesso a diversas propriedades ao Ubuntu, especialmente relacionado ao controle de updates, softwares e repositórios de softwares. Realmente recomendo a todos que usam o Ubuntu testá-lo. Pequeno, leve e muito esperto. Embora tudo possa ser feito manualmente (todos os seus tweaks), você economiza tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prepara-se para usar essa ferramenta que, embora gráfica, vai lhe fornecer acesso a diversas propriedades ao Ubuntu, especialmente relacionado ao controle de updates, softwares e repositórios de softwares.</p>
<p>Realmente recomendo a todos que usam o Ubuntu testá-lo. Pequeno, leve e muito esperto.</p>
<p>Embora tudo possa ser feito manualmente (todos os seus tweaks), você economiza tempo fazendo via gráfico essas alterações (mas também ficará limitado às opções disponíveis nele). Esse é uma das grandes vantagens do Linux: aberto, livre. Você usa o melhor do aplicativo gráfico, mas não fica limitado às opções dele.</p>
<p><strong>Primeiro</strong>, instale o repositório do programa no terminal:<br />
<u>Para Ubuntu 9.10 ou superior, 32 ou 64 bits:</u></p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> add-apt-repositoryppa:tualatrix<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>ppa <span style="color: #000000; font-weight: bold;">&amp;&amp;</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> update</pre></div></div>

<p><u>Para Ubuntu 9.04 ou inferior, 32 ou 64 bits:</u></p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>deb-src http://ppa.launchpad.net/tualatrix/ppa/ubuntu <span style="color: #780078;">`lsb_release --short --codename`</span> main&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">tee</span> <span style="color: #660033;">-a</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>apt<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>sources.list <span style="color: #000000; font-weight: bold;">&gt;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>dev<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>null 
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> gpg <span style="color: #660033;">--keyserver</span> hkp:<span style="color: #000000; font-weight: bold;">//</span>keyserver.ubuntu.com:<span style="color: #000000;">11371</span> <span style="color: #660033;">--recv-key</span> 0624A220
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> gpg <span style="color: #660033;">-a</span> <span style="color: #660033;">--export</span> 0624A220 <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-key</span> add -</pre></div></div>

<p><strong>Segundo</strong>, instale o aplicativo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">apt-get</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> ubuntu-tweak</pre></div></div>

<p style="text-align: center;"><a title="iLax.com.br" href="http://www.ilax.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="iLax.com.br" src="http://www.ilax.com.br/imagens/suporteflex/ilaxbuscador.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
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		<title>Repositório do Google lento</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 05:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[delay]]></category>
		<category><![CDATA[demorado]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[lento]]></category>
		<category><![CDATA[minutos]]></category>
		<category><![CDATA[paiuse]]></category>
		<category><![CDATA[repositório]]></category>
		<category><![CDATA[repository]]></category>
		<category><![CDATA[segundos]]></category>
		<category><![CDATA[slow]]></category>
		<category><![CDATA[travado]]></category>

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		<description><![CDATA[Por um problema do Google, as checagens de atualizações podem demorar demais quando se faz um &#8220;apt-get update&#8221; no sistema, ou mesmo graficamente no &#8220;update manager&#8221;, uma janela do Ubuntu para atualizá-lo. Se o problema ocorre com você, execute a linha abaixo que corrigirá o problema: echo &#34;Acquire::http::Pipeline-Depth &#34;0&#34;;&#34; &#124; sudo tee -a /etc/apt/apt.conf.d/90localsettings]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por um problema do Google, as checagens de atualizações podem demorar demais quando se faz um &#8220;apt-get update&#8221; no sistema, ou mesmo graficamente no &#8220;update manager&#8221;, uma janela do Ubuntu para atualizá-lo.</p>
<p>Se o problema ocorre com você, execute a linha abaixo que corrigirá o problema:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;Acquire::http::Pipeline-Depth &quot;</span><span style="color: #000000;">0</span><span style="color: #ff0000;">&quot;;&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">tee</span> <span style="color: #660033;">-a</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>apt<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>apt.conf.d<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>90localsettings</pre></div></div>

<p style="text-align: center;"><a title="iLax.com.br" href="http://www.ilax.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="iLax.com.br" src="http://www.ilax.com.br/imagens/suporteflex/ilaxbuscador.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
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		<title>Restaurando as configurações do Gnome</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 04:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gnome]]></category>
		<category><![CDATA[barras]]></category>
		<category><![CDATA[configurar]]></category>
		<category><![CDATA[ícones]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[painel]]></category>
		<category><![CDATA[reconfigurar]]></category>
		<category><![CDATA[reiniciar]]></category>
		<category><![CDATA[reset]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes depois de brincar com os painéis do GNOME nos confrontamos com uma situação aparentemente irremediável: ícones sumiram, barras funcionando de forma estranha, ícones desorganizados etc. Para resolver o problema, que tal voltar à configuração de &#8220;fábrica&#8221; da sua distro? Com apenas três linhas no terminal, isso é possível: gconftool-2 --shutdown rm -rf ~/.gconf/apps/panel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes depois de brincar com os painéis do GNOME nos confrontamos com uma situação aparentemente irremediável: ícones sumiram, barras funcionando de forma estranha, ícones desorganizados etc.</p>
<p>Para resolver o problema, que tal voltar à configuração de &#8220;fábrica&#8221; da sua distro? Com apenas três linhas no terminal, isso é possível:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">gconftool-<span style="color: #000000;">2</span> <span style="color: #660033;">--shutdown</span>
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">rm</span> <span style="color: #660033;">-rf</span> ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.gconf<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>apps<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>panel ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.gnome ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.gnome2 ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.gconf ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.gconfd ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.metacity
pkill gnome-panel</pre></div></div>

<p style="text-align: center;"><a title="iLax.com.br" href="http://www.ilax.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="iLax.com.br" src="http://www.ilax.com.br/imagens/suporteflex/ilaxbuscador.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
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		<title>Como fazer um tunelamento SSH</title>
		<link>http://gerencievocemesmo.com.br/site/?p=246</link>
		<comments>http://gerencievocemesmo.com.br/site/?p=246#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 02:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco P K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comandos Shell]]></category>
		<category><![CDATA[conexao]]></category>
		<category><![CDATA[server]]></category>
		<category><![CDATA[Servidor]]></category>
		<category><![CDATA[ssh]]></category>
		<category><![CDATA[tunel]]></category>
		<category><![CDATA[tunelamento]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito simples e fácil. Digite o seguinte comando: ssh -D porta usuario@servidor Exemplo: ssh -D 2222 gvm@gerencievocemesmo.com.br Pronto, o tunelamento está aberto. Configure agora os seus programas para usarem  &#8220;localhost&#8221; como host e a porta usada no comando (no exemplo, a 2222). Todos os seus dados passarão criptografados pelo túnel e serão requisitados pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito simples e fácil. Digite o seguinte comando:</p>
<ul>
<li>ssh -D porta usuario@servidor<br />
Exemplo: ssh -D 2222 gvm@gerencievocemesmo.com.br</li>
</ul>
<p>Pronto, o tunelamento está aberto. Configure agora os seus programas para usarem  &#8220;localhost&#8221; como host e a porta usada no comando (no exemplo, a 2222).</p>
<p>Todos os seus dados passarão criptografados pelo túnel e serão requisitados pelo servidor usado à internet e não pela sua máquina, isto é, para a rede mundial de computadores quem acessa é o servidor, mas na verdade é você que está utilizando esses os dados recebidos e enviados pelo servidor.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="iLax.com.br" href="http://www.ilax.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="iLax.com.br" src="http://www.ilax.com.br/imagens/suporteflex/ilaxbuscador.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
]]></content:encoded>
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